Put your records on…

Sempre que escuto essa música me sinto tão bem… Ela é muito gostosa! Melhora de verdade o meu humor!

Tá esperando o quê? Acabei de encontrar o clipe! Tire uns minutos pra vc e relaxe… Foi bom pra vc? Rs…

Rir para não chorar!

                              

Próximo dia 1o de outubro teremos mais uma eleição. Não é mesmo novidade. E menos novidade ainda é que pelo visto teremos reeleição de Lulla. Irc! Me dá nojo pensar nesse cara assumindo mais um mandato no Brasil, mas eu vou fazer a minha parte, e NÃO VOU VOTAR NELE!

Tá, mas o motivo desse post nem é esse! É essa campanha à qual essa foto aí em cima faz apologia: Rir para não chorar

A Campaha representa basicamente a vontade de dar um basta na politicagem suja e desonesta que reina no Brasil hoje. Por isso, no dia 1o de outubro, vá votar com um nariz de palhaço! Eu vou provicenciar o meu e fazer a minha parte!

Bem-vinda Primavera!

                          

“Te amo, é primavera
Te amo, meu amor
Trago esta rosa, para te dar…”

Fico realmente muito entusiasmada com a chegada da Primavera. Sei lá explicar porquê, talvez seja por ser a estação mais bonita do ano, por ainda não estar tanto calor como no verão,  as chuvas e ventanias do inverno irem embora…

Fico cheia de esperanças renovadas. Como se fosse o meu Reveillon! Cada borboletinha amarela que me cruza na rua me trás um significado de luz, energia… Me sinto, nova!

Sempre acho que os melhores momentos da vida podem e devem acontecer na Primavera, ou então, espero que me sinta com o coração em primavera quando as coisas boas chegarem… Me sinto mais apaixonada, mais disposta!

Quem sabe não é hora de aproveitar pra retomar antigos projetos? Me matricular na academia e ir! (Pq tem grande diferença entre a matrícula e a frequência… Minha coordenadora da faculdade que o diga!!!).

Bem, talvez eu não deva me empolgar tanto assim (Tô falando da academia!). Talvez me contente em caminhar no calçadão ou comprar uma bicicleta! (Menos, Ana, menos… Melhor que eu pare por aqui afinal… rs…)

Então… É Primavera!!! No começo do verão faço um balancete se realmente valeu à pena ê, ê… Valeu à pena, êê!

O Anonimato e seus porquês

“Por vezes, o anonimato é o filho do legítimo entendimento e do verdadeiro amor.”

Essa frase, escrita nas primeiras páginas do Nosso Lar de Francisco Cândido Xavier pelo espírito André Luiz é para mim, auto-explicativa. Mas porque ela me chamou tanta atenção? Porque senti vontade de escrever um post depois de topar com ela?

Uma das coisas é que por vezes, a mágoa, a raiva, a inveja nos cega. Nem percebemos. Quer um exemplo? Aquele colega de trabalho que estava disputando uma promoção com você e ele levou a melhor. O que você faz? Só vê os defeitos do ‘mané’, claro. Findaram-se quaisquer chances de vocês serem amigos um dia. Sim, querida e onde você quer chegar com isso? Agora, mude de lugar. Vá. Não é tão difícil assim… Coloque-se agora no lugar de seu chefe e liste as características que você deseja para dar ‘aquela’ promoção a um funcionário. Já consegue ver as qualidades do seu concorrente agora? (Se não conseguiu, talvez o mal já esteja enraizado demais).

Eu estava pensando nisso… Por quantas vezes achei alguma mulher bonita (é, gente, mulher até acha outra bonita, contanto que seja amiga dela, pq as inimigas ou aquelas que ela não simpatiza seeeeempre terão mais defeitos que qualidades!) e quando soube quem ela era começei a antipatizar quase que imediatamente?

Quer um exemplo mais claro ainda? A ex do seu(sua) namorado(a). Diz pra mim se aquela ‘bisca’ vale de alguma coisa? Não é à toa que tem uma pérola (comunidade) no orkut que tem como título: Salvei meu namorado das barangas.

Captou a essência do que eu quis dizer agora? Foi por isso que dessa vez, pela enésima tentativa de ter um blog eu adotei uma postura um pouco diferente… Nada de about me´s dizendo quem eu sou ou o que eu gosto. Nada de fotos, flicks. Nada de divulgação maciças do blog em páginas de orkut, relação com fotologs… Não quero me camuflar. Quero ser vista sem o véu do meu nome. Quero que captem a minha essência e entendam o que eu tenho a dizer sem pré-julgamentos. Pronto, comecei falando de anonimato e acabei falando em mim. Contanto que tenha ficado clara a minha viagem matinal posso voltar a devorar o livro. Esse ficou por meses na minha cabeceira, depois jogado numa gaveta e só ontem, depois de umas arrumações lembrei o quanto eu quis lê-lo um dia e resolvi fazê-lo. As manias de deixar sempre pra depois, sempre pra depois… Ainda bem! Assim as ‘lições’ chegam na hora em que precisamos delas!

Sobre borboletas e tatuagens…

Borboletas Um dia eu resolvi que queria uma marca dessas eternas para a vida toda e não deveria ser uma cicatriz (Ui!). Embora tatuagens não deixem de ser bonitas cicatrizes que a gente prega no corpo… Sabe como eu decidi que queria uma tatoo? Não por moda nem pra radicalizar, nada disso. Um dia vi num filme uma menina morta e os pais estavam sem coragem de olhar no rosto morto (aquele lance de reconhecimento de corpo nos necrotérios, sabe?), levantaram aquele pano branco só na parte do corpo onde tinha uma tatuagem e bingo! Lá estava a tatuagem comprovando que era mesmo a filha deles que estava morta sobre aquela maca fria.

Macabro? Cada um coloca por motivos particulares. E depois que eu decidi que queria ter uma marca minha bem pessoal, parti pra luta de decidir o que colocar. Pensei em dagrão, frases prontas, símbolos em japonês (Súper fashion! Rsrss..). Sabia que não queria beija-flor, tribais. Não sabia mais. Demorei anos pra me decidir pelas borboletas. Pq além de tudo eu queria significados e consegui.

Borboletas são a tradução da mutação, da liberdade… Elas vivem intensamente suas 24 horas de vida breve… Elas… Elas são bonitas, são coloridas… Tá, satisfeita com a escolha, sempre que posso exibo. O diabo é que tatuagem é pior que salgadinho Elma Chips. É impossível fazer uma só. Agora vivo me apaixonando por tatuagens aqui e ali, pensando em lugares, mensagens, símbolos… Ei, você aí… Tem alguma história de tatuagem pra mim? Conta aí!

Calma q tudo se ajeita…

Isso sempre fica martelando na minha cabeça sempre que algo de ruim acontece… Sim… Pq por mais que seu seja otimista eu sei que coisas ruins acontecem volta e meia e justo por isso, quando tudo parece que vai desabar eu fico martelando na minha cabeça…

Calma que tudo se ajeita… Calma que tudo se ajeita…

1 milhão de preguinhos a tilintar… Melhor isso que se desesperar… Vou repetindo o mantra, tenho que acreditar! Procuro não lembrar que não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar… Não isso! Não mesmo! Tenho que focar no arco-íris! No arco-íris não, anta! No pote de ouro no final do arco-íris! Ah, sim… Nada como fantasias infantis pra fazerem companhia pra gente na hora que a gente acha que o mundo está desabando aos nossos pés. Afinal, não há conto de fadas que não tenha final feliz…

Merda! Pocahontas não tem final feliz! (Aliás, o que um desenho Disney quer sem o tal “… e foram felizes para sempre”? Por precaução, acho que meus filhos não vão gostar de Pocahontas um dia. Não vou dar a chance de eles conhecerem. Não vou dar a oportunidade de eles questionarem o famoso “No fim tudo dá certo se ainda não deu certo…”. Não mesmo. Vou criá-los no mantra…

Calma que tudo se ajeita… Calma que tudo se ajeita…

E não é que é verdade?