Calma q tudo se ajeita…

Isso sempre fica martelando na minha cabeça sempre que algo de ruim acontece… Sim… Pq por mais que seu seja otimista eu sei que coisas ruins acontecem volta e meia e justo por isso, quando tudo parece que vai desabar eu fico martelando na minha cabeça…

Calma que tudo se ajeita… Calma que tudo se ajeita…

1 milhão de preguinhos a tilintar… Melhor isso que se desesperar… Vou repetindo o mantra, tenho que acreditar! Procuro não lembrar que não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar… Não isso! Não mesmo! Tenho que focar no arco-íris! No arco-íris não, anta! No pote de ouro no final do arco-íris! Ah, sim… Nada como fantasias infantis pra fazerem companhia pra gente na hora que a gente acha que o mundo está desabando aos nossos pés. Afinal, não há conto de fadas que não tenha final feliz…

Merda! Pocahontas não tem final feliz! (Aliás, o que um desenho Disney quer sem o tal “… e foram felizes para sempre”? Por precaução, acho que meus filhos não vão gostar de Pocahontas um dia. Não vou dar a chance de eles conhecerem. Não vou dar a oportunidade de eles questionarem o famoso “No fim tudo dá certo se ainda não deu certo…”. Não mesmo. Vou criá-los no mantra…

Calma que tudo se ajeita… Calma que tudo se ajeita…

E não é que é verdade?

3 Respostas para “Calma q tudo se ajeita…”

  1. Felipe Ranieri diz:

    Gostei do texto.
    Creio que o grande lance é não dar brexa para o conformismo e ir atrás dos objetivos sempre, custe o que custar.

    Abraços!

    Obrigada, Felipe! Concordo contigo! Volta sempre! 

  2. vitrolinha diz:

    Claro que eu te aviso…
    Vou tentar te linkar lá… bjos.

  3. Sri Prahbupahndah diz:

    Oi, Va!

    A propósito deste texto seu, queria te contar uma coisa que diz respeito ao assunto: ja há alguns anos atrás, preparei o meu epitáfio

    QUASE TUDO DEU ERRADO…
    NO ENTANTO, ENTRE UMA PEQUENA DESGRAÇA E OUTRA,
    COMO EU ME ESBALDEI!

    Não tenho certeza se vão deixar colocar um texto assim numa pedra tumular. Até no cemitério tem regulamento – e defunto gaiato eu acho que não pode.

    O final do filme importa muito pouco, Valeriana. Chegar ao destino numa viagem, também. O mais importante, na minha opinião, é o trajeto, é a viagem em si – com suas paisagens e acontecimentos.

    Felizmente, entre uma pequena desgraça e outra tem os momentos de calmaria… e por aí é que transita a tal felicidade, que nada mais é que “momentos felizes” (que podem ser MUITO intensos se a gente tiver vontade mesmo de ser feliz). Final feliz garantido? Só nas novelinhas da Globo…

    Agora, mantra, é meu departamento. Passa lá no templo!

    PAZ, PORRA!


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