Isso sempre fica martelando na minha cabeça sempre que algo de ruim acontece… Sim… Pq por mais que seu seja otimista eu sei que coisas ruins acontecem volta e meia e justo por isso, quando tudo parece que vai desabar eu fico martelando na minha cabeça…
Calma que tudo se ajeita… Calma que tudo se ajeita…
1 milhão de preguinhos a tilintar… Melhor isso que se desesperar… Vou repetindo o mantra, tenho que acreditar! Procuro não lembrar que não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar… Não isso! Não mesmo! Tenho que focar no arco-íris! No arco-íris não, anta! No pote de ouro no final do arco-íris! Ah, sim… Nada como fantasias infantis pra fazerem companhia pra gente na hora que a gente acha que o mundo está desabando aos nossos pés. Afinal, não há conto de fadas que não tenha final feliz…
Merda! Pocahontas não tem final feliz! (Aliás, o que um desenho Disney quer sem o tal “… e foram felizes para sempre”? Por precaução, acho que meus filhos não vão gostar de Pocahontas um dia. Não vou dar a chance de eles conhecerem. Não vou dar a oportunidade de eles questionarem o famoso “No fim tudo dá certo se ainda não deu certo…”. Não mesmo. Vou criá-los no mantra…
Calma que tudo se ajeita… Calma que tudo se ajeita…
E não é que é verdade?
Setembro 18, 2006 às 5:33 pm
Gostei do texto.
Creio que o grande lance é não dar brexa para o conformismo e ir atrás dos objetivos sempre, custe o que custar.
Abraços!
Obrigada, Felipe! Concordo contigo! Volta sempre!
Setembro 19, 2006 às 2:52 pm
Claro que eu te aviso…
Vou tentar te linkar lá… bjos.
Setembro 22, 2006 às 11:45 am
Oi, Va!
A propósito deste texto seu, queria te contar uma coisa que diz respeito ao assunto: ja há alguns anos atrás, preparei o meu epitáfio
QUASE TUDO DEU ERRADO…
NO ENTANTO, ENTRE UMA PEQUENA DESGRAÇA E OUTRA,
COMO EU ME ESBALDEI!
Não tenho certeza se vão deixar colocar um texto assim numa pedra tumular. Até no cemitério tem regulamento – e defunto gaiato eu acho que não pode.
O final do filme importa muito pouco, Valeriana. Chegar ao destino numa viagem, também. O mais importante, na minha opinião, é o trajeto, é a viagem em si – com suas paisagens e acontecimentos.
Felizmente, entre uma pequena desgraça e outra tem os momentos de calmaria… e por aí é que transita a tal felicidade, que nada mais é que “momentos felizes” (que podem ser MUITO intensos se a gente tiver vontade mesmo de ser feliz). Final feliz garantido? Só nas novelinhas da Globo…
Agora, mantra, é meu departamento. Passa lá no templo!
PAZ, PORRA!